quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Wright Morris
Fotógrafo e escritor. Confesso que não conheço a sua obra escrita mas a sua fotografia é de uma enorme simplicidade e pureza, e ao mesmo tempo, desperta-nos nostalgia de uma forma quase imediata.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
DPS e fotografia a preto e branco.
Hoje descobri um site com tips e tutorials interessantes: http://digital-photography-school.com/. Para quem gosta de fotografar a preto e branco e gostaria de ver as suas fotos em P&B logo no LCD, fica a saber que, desde que fotografe em RAW, pode consegui-lo sem perder a informação de cor. Desta forma pensa-se em P&B, visualiza-se em P&B, mantêm-se a gama de tons completa e ainda se pode converter posteriormente em fotografia a cores se se pretender.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Ainda não foi desta
O tema “your camera doesn’t matter” está por demais gasto, mas é algo com que me deparo sempre que me sinto tentado a adquirir uma nova máquina.
O meu DNA técnico levou-me durante bastante tempo a acreditar que “your camera does really matter". Actualmente estou convencido de que a "competência técnica" da ferramenta só importa até certo ponto, e que esse ponto já foi atingido para o nível de exigência que tenho há uns tempos no mercado das DSLR. Mas não é possível ter uma máquina melhor ? – claro que é. Se trocasse a minha D300 conseguiria melhores resultados – provavelmente sim em situações “extremas” (ex. ISO elevados) mas em 99.5% das situações tenho de admitir que não. A qualidade das minhas fotos melhorou nos ultimos anos por causa dos vários modelos que fui adquirindo... lamentavelmente, acho que não.
Nem sempre uso a D300: é algo “pesada” (uso-a em geral com a 17-55/2.8), é “grande”, “intrusiva”, e recorro muitas vezes a uma compacta para o “dia a dia”. Por vezes, volto ao mesmo local mais tarde com a D300, mas tem sido raro. Na opção “compacta” uso uma G10, é bem construída, muito ergonómica, resultados satisfatórios, mas cruzes… não tem nada a ver com uma DLSR para o bem e para o mal… e quanto ao mal… gama dinâmica limitada, ruído acima dos 100 ISO, controlo de foco “difícil” …, mas estes constrangimentos fazem parte dos compromissos que há que fazer quanto ao equipamento, a vida é feita de escolhas e compromissos, nada é perfeito.
E há melhor para o objectivo em questão? Tenho respondido a mim mesmo com um “Nim” a esta questão. As micro 4/3 parecem uma excelente alternativa, e são uma tentação. Para mim que usei uma Pen FT durante vários anos, fiquei fascinado com o anúncio de uma Pen digital a lembrar a antiga, e onde pudesse usar as minhas lentes Zuiko/OM “na gaveta” há muito tempo. Corri a enviar o link a vários amigos e a dizer “eis a minha próxima câmara”… mas, o entusiasmo inicial desvaneceu-se um bocado com os “drawbacks” – Tamanho (acho a G10 no limite do “pocketable” e da discrição) autofocus lento, ausência de visor, ruído, zoom “kit” com desempenho “limitado”. A alternativa Lumix GF1 parece ultrapassar algumas das limitações da EP1 mas peca por um zoom standard muito mais volumoso. Comprar um corpo destes com a lente pancake standard parece interessante, mas é para mim muito limitativo…
Acho que vou aguardar para ver as novidades em 201x, e provavelmente “suspender”, sabe-se lá até que dia, a opção micro 4/3, continuando a aborrecer-me cada vez mais com as limitações do sensor da G10, ou a saber viver melhor com elas…
O meu DNA técnico levou-me durante bastante tempo a acreditar que “your camera does really matter". Actualmente estou convencido de que a "competência técnica" da ferramenta só importa até certo ponto, e que esse ponto já foi atingido para o nível de exigência que tenho há uns tempos no mercado das DSLR. Mas não é possível ter uma máquina melhor ? – claro que é. Se trocasse a minha D300 conseguiria melhores resultados – provavelmente sim em situações “extremas” (ex. ISO elevados) mas em 99.5% das situações tenho de admitir que não. A qualidade das minhas fotos melhorou nos ultimos anos por causa dos vários modelos que fui adquirindo... lamentavelmente, acho que não.
Nem sempre uso a D300: é algo “pesada” (uso-a em geral com a 17-55/2.8), é “grande”, “intrusiva”, e recorro muitas vezes a uma compacta para o “dia a dia”. Por vezes, volto ao mesmo local mais tarde com a D300, mas tem sido raro. Na opção “compacta” uso uma G10, é bem construída, muito ergonómica, resultados satisfatórios, mas cruzes… não tem nada a ver com uma DLSR para o bem e para o mal… e quanto ao mal… gama dinâmica limitada, ruído acima dos 100 ISO, controlo de foco “difícil” …, mas estes constrangimentos fazem parte dos compromissos que há que fazer quanto ao equipamento, a vida é feita de escolhas e compromissos, nada é perfeito.
E há melhor para o objectivo em questão? Tenho respondido a mim mesmo com um “Nim” a esta questão. As micro 4/3 parecem uma excelente alternativa, e são uma tentação. Para mim que usei uma Pen FT durante vários anos, fiquei fascinado com o anúncio de uma Pen digital a lembrar a antiga, e onde pudesse usar as minhas lentes Zuiko/OM “na gaveta” há muito tempo. Corri a enviar o link a vários amigos e a dizer “eis a minha próxima câmara”… mas, o entusiasmo inicial desvaneceu-se um bocado com os “drawbacks” – Tamanho (acho a G10 no limite do “pocketable” e da discrição) autofocus lento, ausência de visor, ruído, zoom “kit” com desempenho “limitado”. A alternativa Lumix GF1 parece ultrapassar algumas das limitações da EP1 mas peca por um zoom standard muito mais volumoso. Comprar um corpo destes com a lente pancake standard parece interessante, mas é para mim muito limitativo…
Acho que vou aguardar para ver as novidades em 201x, e provavelmente “suspender”, sabe-se lá até que dia, a opção micro 4/3, continuando a aborrecer-me cada vez mais com as limitações do sensor da G10, ou a saber viver melhor com elas…
domingo, 20 de dezembro de 2009
Experências em Still life II (uma variação)
Ao publicar estas fotos pretendo somente mostrar algum do muito trabalho possível em Still life e, neste caso, ao mesmo tempo, chamar a atenção para fotos fantásticas de mestres da fotografia, que as minhas nem conseguem evocar por falta de criatividade, inspiração e técnica. Consultem o link
http://photography-now.net/masters/masters_of_photography.html em Interessante, para verem fotos dos grandes mestres da fotografia.
http://photography-now.net/masters/masters_of_photography.html em Interessante, para verem fotos dos grandes mestres da fotografia.
sábado, 19 de dezembro de 2009
Experiências em Still Life
Hoje tive uma aula prática de Still Life. Nunca foi um ramo da fotografia que me atraísse particularmente mas descobri que é um enorme desafio. Fotografar com luz artificial também não é algo que me atraia particularmente mas aprendemos imenso a trabalhar as fontes de luz e as sombras. Aproveitei para tentar tirar algumas fotos "plagiadas" de alguns mestres, como se pode ver abaixo. A do prato, de Kértesz e a do pimento, de Weston. É óbvio que não são comparáveis mas não quis deixar de fazer o exercício. A experiência despertou-me o interesse em fazer mais algumas experiências nesta área com luz natural, de uma janela, por exemplo.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Henri Cartier-Bresson, um fotógrafo maravilhoso
"Acima de tudo, quis captar, nos confins de uma única fotografia, toda a essência de alguma situação que estava no processo de desenrolar-se diante dos meus olhos".
Comecei a ler uma compilação de textos de Cartier-Bresson - The mind's eye, um livro maravilhoso com textos inspiradores de um fotógrafo cujo trabalho é belo de uma forma esmagadora!
Comecei a ler uma compilação de textos de Cartier-Bresson - The mind's eye, um livro maravilhoso com textos inspiradores de um fotógrafo cujo trabalho é belo de uma forma esmagadora!
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
A amizade e a fotografia
Coloquei um link de mais um fotógrafo amador que conheço pessoalmente e que tem fotos muito boas. Apreciem: www.pbase.com/nmoura.
domingo, 13 de dezembro de 2009
On Photography
On Photography é o título de um livro brilhante de Susan Sontag (http://www.susansontag.com/). Não precisa de fotografias para nos desvendar imenso sobre a história da fotografia, sobre os grandes fotógrafos e as suas motivações estéticas, criativas e emocionais. O livro tem uma linha condutora muito interessante que nos faz relacionar a fotografia com outras formas de arte e o impacto psicossocial da fotografia ao longo do tempo. De leitura imprescindível para qualquer pessoa interessada em fotografia.
sábado, 12 de dezembro de 2009
Obrigado Jeff Curto
Em Interessante tenho um link para o site do Jeff Curto. Jeff Curto é um professor de fotografia e fotógrafo que publica dois podcasts muito interessantes - um sobre história da fotografia e outro sobre fotografia criativa. Tenho vindo a ouvir (e ver) este último e é muito bom. Cada podcast é uma análise a uma fotografia numa perspectiva que é ao mesmo tempo educativa na observação de fotografias e instrutiva na forma como posicionamos a nossa câmara, no fundo como compomos as nossas fotografias.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
December Seas
Embora pouco original, não resisto a chamar a este conjunto de fotos December Seas. Como referi na minha anterior mensagem, é importante definirmos uma ideia/objectivo/projecto quando vamos fotografar. Neste caso pretendi fotografar o crepúsculo no mar.
Fazer fotografia criativa
Estou convencido de que a forma de se fazer fotografia criativa de forma interessante e recompensadora (em termos de realização pessoal) é definindo um projecto, um objectivo ou uma ideia. Pode ser pequeno ou grande e tão simples como hoje vou fotografar aves, ou hoje vou fotografar pessoas idosas, ou barcos, ou pontes, etc. A dimensão depende do tempo disponível e do resultado do trabalho de campo. Uma ideia inicial de fazer um projecto para um portfólio (15 a 30 fotografias), pode, no final, depois de vermos as fotografias no computador, resultar em 6 (ou menos) fotografias de que gostamos mesmo. Estas são as impressões de um iniciado na fotografia, com base nalguma experiência e nas leituras que tenho feito.
Hoje vou fazer fotografia no mercado.
Hoje vou fazer fotografia no mercado.
domingo, 6 de dezembro de 2009
sábado, 5 de dezembro de 2009
GR22 - Fotos do Luís
Numa jornada épica de bicicleta, como a Grande Rota das Aldeias Históricas, tiram-se fotografias muito interessantes. Estas são do meu irmão Luís. Tomei a liberdade de as alterar um pouco no Lightroom e converti-as para preto e branco.
Amizade e fotografia
O Pedro fotografa a preto e branco, com uma Rolleiflex, e tem fotos admiráveis. Vejam o link ao lado.
Preto e branco
Estou apaixonado pela fotografia a preto e branco. Será nostalgia? Será do meu estado de espírito (não se interprete que P&B signifique tristeza)? Acho que adoro os vários tons que podemos percepcionar, sem sermos "distraídos" pela cor. É mais fotografia e menos pintura. Mais luz, tons e texturas e menos cor. É óbvio que há motivos e situações para ambos os tipos de fotografia. Há situações em que o P&B não é a melhor opção e vice-versa. Mas o preto e branco tem algo de enigmático, algo que nos faz voltar à fotografia e procurar algo que não vimos ou sentimos das vezes anteriores. É simplesmente apaixonante!
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Vision of the heart
"A portrait, for me, is really the pictorial representation of an emotionally driven interaction between the sitter and the photographer. I think the key is to try to capture that particular emotion" - Eugene H. Johnson, in Lenswork nº 67
Conheci a Lenswork há cerca de 3 anos, e desde aí que sou leitor assiduo e ouvinte dos preciosos Podcasts do Brooks Jensen (editor). A lista é extensa (a chegar aos 600), há alguns muito interessantes e que me permitem aprender mais sobre fotografia ao mesmo tempo que reduzem substancialmente o stress do transito na A5. De entre os mais curiosos realço uma entrevista com o fotografo Eugene H. Johnson acerca da imagem "Vision of the heart" (Lenswork nº 67). Os retratos presentes na LW são na minha opinião absolutamente fantásticos e, provávelmente, o menos fora do vulgar é mesmo o "Vision of the heart" feito no Ceara em 1986. A imagem retrata uma invisual numa aproximação radicalmente diferente da "Blind" de Paul Strand em 1916, a história por detras da imagem é muito interessante e vale a pena ser ouvida.
Para quem tiver curiosidade, esta imagem bem como as restantes publicadas na LW67 integram o livro A Photographic Pilgrimage (Unspoken Dialogues, 2004, ISBN 0-9748361-1-7).
Conheci a Lenswork há cerca de 3 anos, e desde aí que sou leitor assiduo e ouvinte dos preciosos Podcasts do Brooks Jensen (editor). A lista é extensa (a chegar aos 600), há alguns muito interessantes e que me permitem aprender mais sobre fotografia ao mesmo tempo que reduzem substancialmente o stress do transito na A5. De entre os mais curiosos realço uma entrevista com o fotografo Eugene H. Johnson acerca da imagem "Vision of the heart" (Lenswork nº 67). Os retratos presentes na LW são na minha opinião absolutamente fantásticos e, provávelmente, o menos fora do vulgar é mesmo o "Vision of the heart" feito no Ceara em 1986. A imagem retrata uma invisual numa aproximação radicalmente diferente da "Blind" de Paul Strand em 1916, a história por detras da imagem é muito interessante e vale a pena ser ouvida.
Para quem tiver curiosidade, esta imagem bem como as restantes publicadas na LW67 integram o livro A Photographic Pilgrimage (Unspoken Dialogues, 2004, ISBN 0-9748361-1-7).
domingo, 22 de novembro de 2009
Lendo sobre fotografia
Considero-me um recém-chegado à fotografia. Ao mesmo tempo, tenho uma verdadeira necessidade de ler sobre tudo. Os livros ocupam grande parte do meu tempo e do espaço em minha casa. Juntando estas duas "paixões", procuro avidamente livros sobre fotografia e tenho encontrado alguns muito bons. Cá vai uma lista: "A world history of photography" de Naomi Rosenblum, "On Photography", de Susan Sontag, "Camera Lucida", de Roland Barthes e acabei de encomendar um livro sobre um fotógrafo que me fascina - "The Photographs of Frederick H. Evans" de Anne M. Lyden. Para quem é iniciado na técnica fotográfica, existe um livro excelente - "Manual de Fotografia" de John Hedgecoe. Paradoxalmente, passo muito mais tempo a ler ou a ouvir falar sobre fotografia do que a fotografar, e fotografo muito menos agora do que antes desta fase de estudo da fotografia. Considero-me pouco preparado para fazer o tipo de fotografia que gostaria de fazer embora acalente a esperança de que o estudo e a prática me façam melhorar. Contudo, posso chegar ao ponto de reconhecer a minha incompetência como fotógrafo - se chegar a ter essa capacidade já valeu a pena todo o estudo que, aliás, é feito com prazer.
Obrigado Brooks Jensen
Do lado direito, em Interessantes, existe um link para o site da Lenswork (www.lenswork.com). São editores da revista com o mesmo nome, que se dedica à fotografia a preto e branco. Para além da revista, que é excelente, comercializam fotografias e promovem outras actividades relacionades com a fotografia como arte, e publicam dois podcasts, disponíveis no seu site: "On Photography and the Creative Process" e "Vision of the heart". O primeiro já vai no nº 573 e é muito bom - aprendi mais sobre fotografia desde que ouço estes podcasts (vou no 260) do que em anos a "tirar" fotografias. Os temas têm mais a ver com o que nos leva a fazer fotografia, o que esta representa para nós, a nossa visão como fotógrafos, as nossas emoções, e a fotografia como expressão artística. O segundo não tem tido novos podcasts mas é uma ideia muito interessante - tomando uma determinada fotografia como ponto de partida, analisa-se a respectiva composição, de forma muito detalhada - muito instrutivo. O editor da revista e autor e locutor dos podcasts, Brooks Jensen, é muito comunicativo e cativante, para além de ser um excelente fotógrafo. Graças a estes podcasts, mudei a minha noção de fotografia e passei a pensar mais em fazer fotografia e menos em tirar fotografias.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Frederick Evans
[T]ry for a record of an emotion rather than a piece of topography. Wait till the building makes you feel intensely.... Try and try again, until you find that your print shall give not only yourself, but others who have not known your intimate knowledge of the original, some measure of the feeling it originally inspired in you....
in http://www.getty.edu/art/gettyguide/artObjectDetails?artobj=46044.
Esta citação de Frederick Evans, um dos grandes fotógrafos que admiro muito, define, para mim, o que é a arte fotográfica.
in http://www.getty.edu/art/gettyguide/artObjectDetails?artobj=46044.
Esta citação de Frederick Evans, um dos grandes fotógrafos que admiro muito, define, para mim, o que é a arte fotográfica.
Livros para sempre.
Hoje emprestei alguns livros a um amigo. São quatro dos meus livros pequenos preferidos: A varanda do Frangipani, de Mia Couto, A cidadela branca, de Orhan Pamuk, Sidhartha, de Hermann Hesse e A estepe, de Anton Tchekov. Tenho o hábito de assinar os livros e colocar a data em que os comprei ou recebi como oferta, e verifiquei que tenho A estepe desde 1989 - há 20 anos! São muito raros os objectos que mantemos durante tantos anos. O livro tem algo de sentimental e afectivo que nos leva a nunca nos desfazermos dele, mesmo que não gostemos. É quase humano, no sentido em que contém ideias, pensamentos e histórias imaginadas por alguém, por quem temos muito respeito. Com a fotografia acontece o mesmo - mantemos as nossas fotografias em papel para sempre, mesmo aquelas de que não gostamos muito.
domingo, 15 de novembro de 2009
O que é que Lisboa e a Califórnia têm em comum?
O Rui Martins e um desconhecido da California, chamado Patrick Smith, têm fotos absolutamente fascinantes - ao pé deles sinto-me modestamente um aprendiz. Vejam e maravilhem-se - os links estão ao lado, em "Interessante".
Museu Nacional Ferroviário II - Varela Pécurto
Neste Museu não falta uma exposição fotográfica, de Varela Pécurto, com obras muito boas que, só por si, justificam um salto ao Entroncamento. Para quem não saiba, como eu antes de ver a exposição, este excelente fotógrafo fez uma carreira brilhante de jornalista e fotógrafo profissional. Recebeu prémios em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente, em 1954, o título Excellence do congresso de Barcelona da Féderation Internacional de L’Art Photographique, em homenagem aos seus trabalhos e técnica no domínio da arte fotográfica.
Museu Nacional Ferroviário I
Neste museu, ainda no seu início e com muitos planos para os próximos 5 anos, é possível ver e tocar vários exemplos das locomotivas (e não só) que circularam pelo nosso país. As instalações ainda são provisórias mas merecem uma visita. É no Entroncamento.
A amizade e a fotografia.
É espantosa a quantidade de fotógrafos e a qualidade de muito do trabalho fotográfico a que temos acesso. Inesperadamente, descobrimos que os nossos amigos têm uma enorme sensibilidade estética e um magnífico sentido artístico. Com relações pessoais muitas vezes confinadas aos espaços onde trabalhamos juntos, onde os projectos e problemas ocupam a quase totalidade das conversas, desconhecemos o melhor dos nossos amigos. Vem isto a propósito de colegas de trabalho (e amigos) que descobri recentemente (depois de me envolver com esta amante - a fotografia) serem excelentes fotógrafos amadores - divulgarei os sites com seu trabalho posteriormente. Até lá, vou tentando aprender com eles e outros fotógrafos clássicos e contemporâneos.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Porquê fotografia?
Ainda estou a "construir" a minha lista de referências fotográficas mas há alguns que são particularmente inspiradores como Robert Capa, Cartier Bresson e Robert Doisneau. O Andre Kertesz, com cuja obra acabei de tomar contacto graças ao comentário do Rui, tem um trabalho absolutamente maravilhoso - as fotografias são estonteantes pela sua profundidade e capacidade de nos surpreender. Obrigado Rui!
domingo, 8 de novembro de 2009
Porquê fotografia?
Como se vê pelas amostras, a fotografia é para mim um passatempo. Mas é também uma actividade apaixonante em que tentamos captar e partilhar com os outros a forma como vemos o que nos rodeia. Isto é bastante mais complexo do que soa - as máquinas fotográficas não têm nem cérebro nem a capacidade de ver o que os nossos olhos vêm. Frequentemente tiramos fotografias que não reproduzem de todo o que vimos ou sentimos no momento em que captámos a imagem. É aqui que entram os aspectos criativos e técnicos da fotografia e o que diferencia esta actividade do simples captar de imagens. Quando vemos algumas fotografias de grandes fotógrafos parece que estamos a ler o seu pensamento ou a sentir as mesmas emoções que ele terá sentido - parece que estivemos lá! Essa fronteira entre mostrar imagens simples e mostrar imagens que despertam emoções define os grandes fotógrafos.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
O "Inverno" e a sua sombra
A gravura é romana e representa o Inverno. A sombra não é, obviamente, da gravura, nem do fotógrafo!
Villa Romana
Uma villa romana correspondia ao que hoje designamos por quinta. Como tal, produzia produtos agrícolas para consumo próprio e para abastecer as cidades, como Conímbriga. Esta villa situa-se no Concelho de Penela, a 12 milhas de Conímbriga, segundo o marco miliar que ali se encontra.
sábado, 3 de outubro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
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