terça-feira, 17 de novembro de 2009
Livros para sempre.
Hoje emprestei alguns livros a um amigo. São quatro dos meus livros pequenos preferidos: A varanda do Frangipani, de Mia Couto, A cidadela branca, de Orhan Pamuk, Sidhartha, de Hermann Hesse e A estepe, de Anton Tchekov. Tenho o hábito de assinar os livros e colocar a data em que os comprei ou recebi como oferta, e verifiquei que tenho A estepe desde 1989 - há 20 anos! São muito raros os objectos que mantemos durante tantos anos. O livro tem algo de sentimental e afectivo que nos leva a nunca nos desfazermos dele, mesmo que não gostemos. É quase humano, no sentido em que contém ideias, pensamentos e histórias imaginadas por alguém, por quem temos muito respeito. Com a fotografia acontece o mesmo - mantemos as nossas fotografias em papel para sempre, mesmo aquelas de que não gostamos muito.
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Tenho alguns em mente, muito menos "classicos". Eis um muito antigo: "Nem só de Caviar vive o Homem", li-o há muitos anos achei fascinante. Uns para "crianças" (dos 8-80): O Princepezinho, Cider with Rosie. PS: Obrigado pelo empréstimo dos "classicos" da tua preferencia.
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