quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

sábado, 20 de novembro de 2010

Salada sugestiva

Não é o caso mas a imaginação é muito mais importante do que o motivo.

Poema de Outono

Esta foto foi feita junto ao restaurante Orfeu em Santa Maria da Feira. A imagem está reflectida num pequeno lago.

Humilde homenagem a Eugène Atget

Eugène Atget é um dos fotógrados que mais admiro, pela época em que fotografou em Paris, pelas condições em que o fez, transportando equipamento de grande porte, pelos motivos das suas fotografias, pela sua condição de fotógrafo profissional na época.  

Abóboras no mercado oitocentista

domingo, 14 de novembro de 2010

Madeira, ferro e flores

Madeira, ferro e flores combinam muito bem nos tons e na textura

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

“Street Photography” de Rui Palha



Deparei com este livro hoje na livraria Barata - curiosamente foi aqui apresentado no passado dia 8. Achei o livro fantástico, todo a preto e branco, com um excelente domínio da luz e uma história em cada foto. Num simples folhear aprende-se mais do que em muitos cursos e em dezenas de revistas de fotografia.

domingo, 10 de outubro de 2010

Um animal em vias de extinção - o burro.


Há acasos que transformam uma fotografia. A primeira representa o enquadramento original. A segunda resultou de uma impressão da primeira em que a impressora "cortou" parte da fotografia, resultando, em minha opinião, numa imagem muito mais bem conseguida e interessante. 

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

domingo, 3 de outubro de 2010

Ainda São Francisco

San Francisco (vista a partir da Golden Gate Bridge)
Acabei de publicar mais fotos de São Francisco em http://www.flickr.com/photos/jhenriquel/.

Um dos exercícios que faço quando estou numa cidade é saber se gostaria de viver nessa cidade. E aí entram diversos factores como a beleza da cidade, as pessoas, a experiência de passear a pé ou de bicicleta, etc. Considerando todos os estes factores, São Francisco é, definitivamente, uma cidade onde eu gostaria muito de viver. É uma cidade onde os europeus se sentem em casa e é considerada por muitos como a mais europeia das cidades americanas. E isso tem muito a ver com os hábitos das pessoas. O tipo de comércio e a forma como está organizado é muito semelhante às cidades europeias. A alimentação é muito semelhante, nunca ficamos com aquela sensação de que abrimos uma ementa marciana. Existe preocupação com a alimentação (todos os dias ia ao Starbucks lanchar – um iogurte grego e uma salada de frutas!). Existe uma consciência ambiental sem paralelo – o automóvel mais usado é, de longe, o Prius, mesmo em táxis. A frota automóvel é maioritariamente japonesa e europeia – é raro ver-se um ligeiro de marca americana. As pessoas são muito acolhedoras e simpáticas, na rua, nas lojas e em qualquer lugar, nunca nos sentimos estrangeiros ou intimidados. São muito abertas e nada desconfiadas. Produz-se e consome-se vinho, o que é algo que na maioria das restantes cidades americanas (e até europeias) quase não se vê. E o vinho é bom! Em toda a cidade (e percorri uma boa parte a pé e de bicicleta) só encontrei um McDonalds, o que diz muito quanto aos hábitos alimentares dos habitantes! A Chinatown é muito acolhedora e genuína (a mais antiga dos E.U.A.). A grande maioria das ruas tem faixas para bicicletas e mesmo onde não as há, os ciclistas fazem parte integrante do trânsito e são muito respeitados pelos automobilistas. O jogging é outra das actividades diárias dos habitantes de São Francisco. (Continua)    

domingo, 26 de setembro de 2010

"Lucky"

Um relógio de rua muito acarinhado.

sábado, 25 de setembro de 2010

São Francisco, California

São Francisco é uma cidade maravilhosa: Estou a colocar algumas fotos no Flickr: http://www.flickr.com/jhenriquel/.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Quadro no Alentejo

O Alentejo é um local perfeito para descansarmos do nosso quotidiano hiperactivo e sobreocupado. Descanso, reflexão sobre tudo e nada, contemplação, ideias para o futuro (uma horta no Alentejo, por exemplo).

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Sombra

domingo, 5 de setembro de 2010

Igreja matriz, Baronia

S. Lourenço.

Uma vila alentejana chamada S. Lourenço, por uns dias.

Preparativos para a partida

Este grupo de andorinhas prepara a sua partida para paragens mais quentes. Fazem milhares de quilómetros nas suas migrações

Simetria no Zmar

A simetria é um motivo curioso e interessante.

Praia selvagem

Esta praia é um tesouro escondido e de difícil acesso. Tem uma história interessante. Quando lá estive haveria umas 8 pessoas no areal, ainda extenso. Uma delícia. Vou omitir o nome para que continue assim.

terça-feira, 20 de julho de 2010

domingo, 4 de julho de 2010

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Luz e sombra em Torredeita

Vale a pena visitar Torredeita. É um exemplo do que pode ser feito numa aldeia do interior. Tem museu, planetário, escola profissional, creche e lar. 

São Macário



O São Macário, São Pedro do Sul, é um local fantástico. A paisagem é belíssima e o local tem o seu quinhão de misticismo. A cordilheira de serras onde se inserem a Serra do São Macário, e que inclui, nomeadamente a Serra da Freita e a Serra da Gralheira, separa São Pedro do Sul de Arouca, tendo pelo meio o Rio Paiva - rio magnífico para canoagem de águas bravas. Além disso, existem aldeias perdidas com costumes também perdidos e onde os mais novos dos poucos habitantes são sexagenários. Vale a pena ver e fotografar a frecha da Mizarela, uma cascata onde desemboca o rio Caima e que tem 75 metros de altura. Não esquecer as pedras parideiras e as castanhas doces de Arouca.

terça-feira, 30 de março de 2010

Pós-processamento ou processamento na câmara (RAW ou JPEG)? II

Tentei mas concluí o seguinte: Usar JPEG em fotografia é como ouvir uma sinfonia de Mozart ou Beethoven num leitor de MP3. Dá para ter uma ideia da música mas não se ouve a obra na sua totalidade, a sua diversidade e riqueza instrumentais. Em ambos os casos pela mesma razão óbvia: a informação está comprimida e reduzida ao mínimo indispensável. Depois, há coisas em que não há qualquer vantagem em fazer no terreno, como a correcção de verticais paralelas, principalmente nos edifícios. No terreno, a correcção só é possível com uma objectiva de descentramentos, que não acrescenta nada em termos de composição artística. Trata-se, simplesmente, de uma correcção técnica de uma distorção provocada pelo facto de a câmara estar numa posição inclinada para captar o topo do edifício. Isto pode ser feito muito facilmente no Photoshop ou Elements, através da função Correct Camera Distortion, e não fere nada qualquer purista. Tenho que admitir que o computador é uma preciosa ferramenta para completar a nossa fotografia e a tornar merecedora de ser apreciada. Haja talento e engenho!

domingo, 14 de março de 2010

A porta (P&B)

sábado, 13 de março de 2010

Perspectiva

Cabelleireiro no Chiado

A porta (negativo digitalizado)

Gosto muito desta fotografia. Pelo enquadramento (a meu ver feliz), pela textura do soalho e da calçada, pelas escadas e por aqueles tons abruptos de cor que não deixam ninguém indiferente.

quarta-feira, 3 de março de 2010

terça-feira, 2 de março de 2010

Pós-processamento ou processamento na câmara (RAW ou JPEG)?

É sabido que ao tirarmos fotos em RAW, a foto vem em bruto da câmara, sem qualquer tipo de processamento, seja qual for a WB, Picture Style ou outro tipo de configurações que usemos. Todos os detalhes, luz, cores e tons da fotografia estão no ficheiro RAW, desde que a fotografia esteja correctamente exposta. Isso significa que temos que fazer todos esse trabalho no PC e além disso fazer outras alterações que entendamos necessárias como o contraste, etc. Cheguei à conclusão que todo este processo me estava a consumir demasiado tempo à frente do PC, para além de por vezes dar comigo atrás da câmara a pensar "depois faço as correcções necessárias no LR". Por isso, e para desgosto de muitos meus amigos fotógrafos amadores, que vão começar a olhar-me com desprezo e provavelmente abandonando qualquer veleidade de fazer "fotografia séria" decidi deixar de fotografar em RAW. Passarei a usar tanto quanto possível o processamento da câmara, através dos Picture Styles e do WB apropriados, usando o PC só para catalogar as fotos. Pelo menos, vou tentar e ver se os resultados me satisfazem.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Ética e fotografia na era digital

A era digital abriu um mundo de possibilidades em termos de "realização fotográfica" mas, como aconcete muitas vezes, vai-se longe de mais. No concurso fotográfico Wildlife photographer of the year, com um prémio de 10.000 £, promovido pelo Museu de História Natural britânico e pela BBC Wildlife Magazine, um concorrente foi longe demais. Este concorrente, cujo nome não menciono para não gerar mais publicidade, ganhou o primeiro lugar com uma fotografia de um lobo ibérico a saltar uma portada de um terreno. Quando vi a foto achei-a intrigante embora muito interessante. Intrigante porque não imaginava que um lobo desse um salto daqueles. Vejo-os como animais tímidos e cautelosos demais para um salto tão intrépido. Dois meses depois leio a notícia da desclassificação deste concorrente, sendo obrigado a devolver o prémio atribuído. Contudo as revistas e toda a publicidade à volta da fotografia beneficiaram (ou não) este concorrente que não soube respeitar os limites impostos pela seriedade e pela ética. Vários especialistas de vida animal concluíram que um lobo selvagem nunca daria um salto daqueles, em vez disso atravessaria a portada facilmente em vez de se arriscar num tal salto. Provou-se que o concorrente tinha usado e treinado um animal "modelo" - há pessoas que domesticam lobos - para o efeito, violando o espírito do concurso que era o de captar a vida selvagem, e a regra nº 10 que o referia explicitamente. Espero que este exemplo sirva para ajudar a travar muito do ímpeto à volta da fotografia dos nossos dias, em que vale tudo para obter uma imagem de belo efeito.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Lições da experiência e do erro

Hoje de madrugada fui novamente ao Parque das Nações. Desta vez o dia estava muito cinzento e muito menos interessante para fazer fotografia, com o céu muito branco e a superfície muito escura. Normalmente uso o modo de medição de luz Parcial, que é o mais aproximado do Spot que a EOS 1000D permite (mede a luz em 9% da área de leitura da câmara ao centro). Ora, numa situação com a de hoje, de muito contraste entre o céu e o chão, o mais indicado é o modo Ponderado ao Centro (mede a luz em 60% da área), que consegue um muito melhor equilíbrio entre as partes de cima e de baixo da foto. A segunda parte desta história é que só me apercebi em casa que a luz tinha sido "mal medida". Porquê? Porque não tenho o histograma activo por defeito - este modo de visualização das fotos tem uma segunda vantagem - assinala as áreas da foto com perca de detalhe devido a sobreexposição, piscando a totalidade da mancha nestas circunstâncias.

Conclusão: usar o método de medição mais indicado para cada situação (ao contrário do WB, a medição dificilmente pode ser corrigida convenientemente no computador), e usar sempre o histograma para validar a exposição.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Lenswork technology blog

O Brooks Jensen tem agora este blog muito interessante. Recomendo vivamente. Há um sobre como ele testa as lentes, que tem um link para um pdf (http://lenswork.typepad.com/files/pli-lens-testing-directions.pdf) sobre o tema. Muito interessante.

Digital saves the analog stars

Passei parte das noites da semana passada a recuperar fotos e negativos antigos. Tenho alguns negativos dos quais não tenho as fotos, algumas fotos das quais não tenho negativos e muitas fotos com negativos. Seleccionei os negativos (com ou sem fotos) que irei digitalizar -181, que irei digitalizar na Colorfoto por 0,60€ a unidade. Seleccionei também 27 fotos de que não tenho negativo cuja digitalização custa 2,06€ a unidade - bem mais caro. Desta forma espero livrar-me de alguma preocupação de não conseguir salvaguardar devidamente este "espólio", que inclui fotos do meu pai, dos meus avós e outros familiares que já não estão entre nós. Por outro lado, permitir-me-á partilhá-lo de forma simples com outros familiares (irmãos, tios, primos) que não as têm. Viva a tecnologia digital.

Reflexos

Foto tirada no edifício de uma empresa de telecomunicações em Paris.

Torre Eiffel captada de dentro de um táxi

Esta foto foi tirada com um pocketPc em 2008 quando viajava de táxi ao longo do Sena. Acho que os efeitos de luz produzidos pelo movimento do táxi ficaram interessantes. Converti para P&B.

Estação Central (Rossio) à noite (Luís Rapaz)

 
Esta foto foi tirada pelo Luís Rapaz, meu sogro. Gosto particularmente da composição, a meu ver, o mais importante em fotografia. Note-se que a fotografia foi tirada sem tripé, daí o ruído. Ajustei um pouco a exposição, o contraste e converti para P&B. 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Madrugada no Parque das Nações.

Este local é muito agradável de madrugada quando o Sol está prestes a despontar no horizonte e a cidade ainda não acordou.


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Annie Leibovitz

Hoje recebi o livro A Photographer's Life, da Annie Leibovitz. O livro em si é maravilhoso. É grande (33cmx25cm), o que é muito bom para se observarem as fotografias e o papel é mate, com uma excelente textura. As fotos são, na sua maioria, muito pessoais e familiares, o que nos dá uma perspectiva da pessoa por trás do fotógrafo. Annie Leibovitz parece ser uma mulher muito corajosa, para além de uma excelente fotógrafa.

Convento de Santo António do Varatojo

Hoje decidi forografar este  convento Franciscano do Século XVI, monumento nacional.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Sobre Photographia

Participo num outro blog com alguns amigos - http://sobrephotographia.blogspot.com/. Irei, provavelmente, ser mais activo neste último, embora continue a usar o Limagens para registos mais pessoais.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Faina no Tejo

Jean Michel Berts

A arte de fotografar arquitectura - um trabalho fabuloso. Observem - http://www.jeanmichelberts.com/.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Ainda sobre tudo o que há a aprender

Há também dois factores importantes a levar em linha de conta, para os quais fui alertado pelo RM. Quanto menor for a abertura, maior é a difracção provocada pela luz a passar pelo diafragma, provocando perca de nitidez. Por outro lado, ter em conta a distância hiperfocal quando se pretende ter tudo nítido até ao infinito. Informação muito interessante sobre este tema em dois sites que se encontram em Interessante: Dofmaster e Cambridge in colour.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010