terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Lições da experiência e do erro

Hoje de madrugada fui novamente ao Parque das Nações. Desta vez o dia estava muito cinzento e muito menos interessante para fazer fotografia, com o céu muito branco e a superfície muito escura. Normalmente uso o modo de medição de luz Parcial, que é o mais aproximado do Spot que a EOS 1000D permite (mede a luz em 9% da área de leitura da câmara ao centro). Ora, numa situação com a de hoje, de muito contraste entre o céu e o chão, o mais indicado é o modo Ponderado ao Centro (mede a luz em 60% da área), que consegue um muito melhor equilíbrio entre as partes de cima e de baixo da foto. A segunda parte desta história é que só me apercebi em casa que a luz tinha sido "mal medida". Porquê? Porque não tenho o histograma activo por defeito - este modo de visualização das fotos tem uma segunda vantagem - assinala as áreas da foto com perca de detalhe devido a sobreexposição, piscando a totalidade da mancha nestas circunstâncias.

Conclusão: usar o método de medição mais indicado para cada situação (ao contrário do WB, a medição dificilmente pode ser corrigida convenientemente no computador), e usar sempre o histograma para validar a exposição.

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