sábado, 30 de janeiro de 2010
Jean Michel Berts
A arte de fotografar arquitectura - um trabalho fabuloso. Observem - http://www.jeanmichelberts.com/.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Ainda sobre tudo o que há a aprender
Há também dois factores importantes a levar em linha de conta, para os quais fui alertado pelo RM. Quanto menor for a abertura, maior é a difracção provocada pela luz a passar pelo diafragma, provocando perca de nitidez. Por outro lado, ter em conta a distância hiperfocal quando se pretende ter tudo nítido até ao infinito. Informação muito interessante sobre este tema em dois sites que se encontram em Interessante: Dofmaster e Cambridge in colour.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Da desilusão à esperança.
Neste fim-de-semana tive uma valente lição de humildade fotográfica. Fui a Constância com a esperança de fazer umas fotografias interessantes. No Sábado ao fim da tarde e no Domingo no início da manhã andei de máquina ao pescoço a disparar. Achei que tinha escolhido bons motivos, que tinha composto correctamente e estava entusiasmado com os resultados que à noite iria avaliar. Depois de as ver no Lightroom sofri uma valente desilusão. De facto, as composições eram o que eu esperava mas falhou tudo o resto: a abertura, a nitidez, a leitura de luz, etc.. O exercício interessante que tenho estado a fazer é porque razão falhei redondamente? Eis as minhas conclusões:
1. Falta de prática. Esta é claramente a principal razão e que está na base das restantes. Por muito que se leia, nada substitui a prática, e fazer fotografia só ao fim-de-semana (alguns fins-de-semana) não é suficiente.
2. Não tentar fotografar muita coisa, mesmo que o local a isso convide. É preferível focarmo-nos num ou dois motivos e fazermos os nossos exercícios e variações sobre esse motivo, especialmente quando o tempo de que dispomos é reduzido.
3. Se o tempo é reduzido não usar o modo Manual – é preferível usar Av ou Tv para nos concentrarmos só num dos parâmetros, caso contrário, somos atabalhoados e nada resulta muito bem.
4. Conhecimento insuficiente da câmara. Esta é a nossa ferramenta para fazermos fotografia. Temos que conhecer obrigatoriamente cada um dos controlos e configurações de forma intuitiva. Um exemplo: como bloquear somente a exposição em modo Manual? Em Av funcionou como eu esperava e em Manual?
5. Falta de controlo da Abertura. Eu sei, e já li em diversos locais, que para se conseguir nitidez e focagem em toda a fotografia, em paisagem, nomeadamente quando temos um motivo em primeiro plano, como uma rocha, e depois toda a paisagem em segundo plano, tem que se usar uma abertura muito pequena – F/16 pode não ser suficiente, usar F/22.
6. Tripé, tripé, tripé. Peça de equipamento essencial para se fazer fotografia séria, principalmente quando se pretende ter controlo absoluto da composição, luz, abertura e velocidade. O monopé, que usei nalgumas fotos é um complemento interessante mas não se aproxima da capacidade de um tripé.
7. Usar controlo remoto. Outro acessório de vital importância para se obter a máxima nitidez.
8. Usar o bloqueio do espelho para assegurar ainda melhores resultados em termos de nitidez.
9. Estabilizador de imagem. Nenhuma das minhas objectivas tem esta funcionalidade mas reconheço que quando se fotografa sem tripé, faz uma grande diferença. Já comprei uma 18-55 IS – foi mesmo uma compra de raiva.
Nada disto é novo mas desta vez fiquei preguiçoso, não levei o tripé, nem o controlo remoto, não configurei devidamente a câmara previamente, etc.. Isto associado à falta de prática, levou a descurar outros aspectos essenciais da fotografia.
Conclusão: um mundo inteiro de conhecimentos de fotografia por apreender. Fazer fotografia minimamente decente e “apresentável” dá muito trabalho, requer muita persistência, abnegação, dedicação, treino e não ficarmos preguiçosos quando se trata de transportar material.
sábado, 23 de janeiro de 2010
Constância
Local onde terá vivido Luís de Camões, como pena por amores impróprios na cidade de Lisboa. Este local tem outros motivos de interesse como os rios Zêzere e Tejo, o Horto de Camões, o Centro de Cência Viva, o Parque Almourol, etc.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Preto e branco
Sou cada vez mais um assumido fotógrafo de preto e branco. É claro que também gosto de fotografia a cores e há motivos que são claramente para fotografar a cores. Mas, por regra, privilegio naturalmente motivos onde o P&B seja o mais indicado. Neste blog existe uma versão colorida desta fotografia e hoje, ao passar junto a este edifício, ocorreu-me que a fotografia ganharia muito se fosse convertida para P&B. Assim fiz logo que cheguei a casa e fiquei surpreendido por a fotografia resultar muito melhor do que eu esperava. Existem sombras e contrates que não eram evidentes na fotografia a cores. O próprio reflexo é muito mais interessante a preto e branco. Claramente, em arquitectura, a fotografia a preto e branco parece-me a mais indicada quando se pretende fazer fotografia criativa, embora os meus filhos não conrdem!
domingo, 17 de janeiro de 2010
Animais
Os animais são um motivo fotográfico magnífico. Adoro animais, e captar e fixar as suas expressões é quase como se lhes retribuíssemos a dádiva da sua existência e o que esta representa para o ser humano, sem que este tenha, muitas vezes consciência disso. Nós, enquanto espécie, dependemos muito mais dos outros animais do que somos capazes de reconhecer.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Essência e Memória
No passado Domingo foi apresentado um livro de fotografias de autores portugueses, cujos direitos de autor revertem a favor da instituição Meninos de oiro. O Rui Martins participa no livro. http://essenciaememoria2.blogspot.com/2009/09/noticias.html
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Nuvem espacial
Li no site DPS uma lista de resoluções de Ano Novo e uma delas era a de tirar fotografias todos os dias. No meu caso, passo, por vezes uma semana sem tirar uma foto e isso acaba por nos enferrujar um pouco. Hoje levei a câmara para o trabalho, e da janela do autocarro, captei esta nuvem com uma forma muito peculiar. Converti-a para P&B e fiz uns pequenos ajustes no Lightroom, de modo a aumentar a exposição, o contraste e acentuar a silhueta da paisagem. Fiz também cropping. A foto ficou subexposta, pelo que perdeu detalhe, mas acho que a forma da nuvem e o contorno da paisagem são interessantes.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Imagens e fotografia.
Hoje seleccionei e imprimi 28 fotografias do meu filho Tomás, para as expor na festa do seu aniversário. No passado já fiz slide shows de imagens fotográficas mas este ano achei que seria muito mais interessante expor verdadeiras fotografias. O Tomás está em todas elas, na maioria está só e noutras com os irmãos, pais ou outras pessoas da família alargada. Ao imprimir as fotos, mesmo não tendo uma impressora que garanta bons resultados, verifiquei que as fotos em causa ganharam outra vida no papel. Já as vi diversas vezes no ecrã do computador mas no papel é algo mais táctil, mais real. Daí ter-me ocorrido a ideia de que o que vemos no computador são imagens, ou melhor, ficheiros, e que a fotografia só se materializa quando a reproduzimos em papel. É como o negativo. É o resultado da nossa acção e criatividade enquanto fotógrafos, mas a fotografia só existe em papel (embora na história da fotografia tivesse havido outros suportes). Embora possua milhares de imagens no meu portátil (e salvaguardas num disco externo), poucas são as que considero merecerem ser reproduzidas, e estou convencido que o mesmo se passa com a grande maioria dos fotógrafos amadores ou profissionais. Em conclusão, fazemos fotografia com o objectivo final de conseguirmos algumas que mereçam ser reproduzidas, e usamos os nossos computadores como laboratórios para as visualizarmos, editarmos e fazermos as nossas escolhas. Usamos também galerias online e blogs para partilharmos o nosso trabalho com outras pessoas e obtermos os seus comentários de apreciação, positiva ou negativa. Apreciamos fotografias de outros fotógrafos e compramos livros daqueles cujo trabalho nos impressiona, inspira ou influencia. No final, é no papel que nós apreciamos verdadeiramente a fotografia.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Rede de Podcasts sobre fotografia
Para quem gosta de podcasts sobre fotografia aqui está um link que me parece interessante: http://www.photocastnetwork.com/.
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